Buenos Aires – 03julho2011

dia 03julho2011 – domingo
São Paulo / Buenos Aires

Nosso planejamento para esta viagem não foi tão extenso… O Ro ficou controlando nossa curiosidade de ver tudo pela internet, porque quando fomos para a Austrália, parecia que já conhecíamos várias coisas por causa do tal “Google Earth”!

Planejamos de leve, pedimos dicas para quem já foi e compramos um guia pequeno e resumido.

Para não perder o costume, fizemos tudo sozinhos, sem agências de turismo.

Um mês antes da nossa viagem, o vulcão Puyehue começou a “querer conversar” (rss)… Ficamos meio apreensivos, pois não sabíamos o que aconteceria, pois vários vôos haviam sido cancelados, inclusive na semana em que viajaríamos.

Logo cedo, no dia da viagem, ligamos para o aeroporto e a TAM nos informou que os vôos para Buenos Aires estavam confirmados! Ufa, que alívio!

Meus pais nos levaram para o aeroporto de Guarulhos, e desta vez não deu frio na barriga como no ano passado – mas claro… Buenos Aires é logo ali, e vamos ficar aqui somente 4 dias, e depois vamos para Porto Alegre – ao todo, nossa viagem durará 1 semana. Digo aqui, porque já estamos em Buenos…

O vôo com a TAM foi bem tranquilo, e até almoçamos – uma comidinha simples, mas quentinha e gostosa! Tinha um arroz com seleta de legumes, frango picadinho com molho e abobrinha (além da salada e sobremesa que optamos por não comer!).

Havíamos reservado nossos lugares no momento da compra das passagens pela internet, mas na hora do check-in não verificamos e fomos colocados nas poltronas do meio, bem no corredor maior, próximo às portas de emergência. Até achamos que seria bom porque lá poderíamos esticar bem as pernas… bem… isso se não fosse nossos amigos de vôo passando toda hora para ir ao banheiro… ai ai… Mas até conseguimos dormir depois do almoço, e o vôo era curto – 2:40hs ao todo.

Chegando ao aeroporto, paramos um pouco no Duty Free para procurar algumas coisinhas que queríamos – além disso, eu já havia parado no de SP pra comprar o batom e o perfume que eu queria (fiquei com trauma de deixar a volta e não encontrar da outra vez que viajamos!).

Saindo de lá, pegamos o taxi com a empresa Manuel Tienda Léon, que havia sido indicada por uma amiga, e que vimos também em uma reportagem da revista Veja. O preço é fixo e pagamos 199,0 pesos argentinos até o Hotel que fica no microcentro.

Bem que minha amiga havia falado: “Não se assustem com a rua e a fachada do hotel. Lá dentro é legal!”… Ainda bem que chegamos de dia… o Hotel Moreno realmente surpreende quando a gente entra (mas só depois que entra! rss).

É um prédio com fachada pequena, restaurada, e dentro tem paredes em azulejo super bem acabado, mas com cara de antigo! São lindos… depois faremos um post só sobre ele.

O elevador tem portas pantográficas, com pintura dourada, e passa no meio do vão das escadas, dando para observar os vitrais coloridos que ficam ao fundo.

A recepção é super bem decorada e fica no primeiro andar – não no térreo.

Quando entramos no quarto, soltamos o “uau” já usual de nossas viagens (graças a Deus!). Um loft bem decorado em 56 metros quadrados…

Deixamos nossas coisas e fomos passear! Super contentes porque o tempo parecia estar bom! Exato: só parecia! O frio estava absurdo… uns 4 graus! Saímos sem cachecol, sem luva… que medo! rss

Ao lado do hotel já começava a feira de San Telmo – da Rua Defensa até a Praça Dorrego. Uma verdadeira feira de pulgas ao ar livre… coisas muito estranhas à venda, além de itens como cachecol, casacos, toucas… Não vou dizer que gostamos, só porque todo mundo indica e diz que é incrível… Não gostamos… rss

Mas, se considerarmos que faz parte da cultura local, que vimos pessoas diferentes e conhecemos vários pontos interessantes vale a pena. Até uma banda “a lá Timbalada” passou tocando com as pessoas dançando no meio da rua! (depois colocaremos aqui o vídeo que gravamos!)

Mas o frio estava INCRÍVEL e resolvemos parar para tomar um chocolate quente no Havanna… que parece ser um primo do Starbucks aqui.

Depois de aquecer um pouco estávamos prontos para continuar a caminhada! E não é que demos de cara com o restaurante – indicadíssimo em todos os guias – Desnível. E já avisavam: “não se impressionem com a cara terrível – entrem porque vale a pena” (parece que tudo é meio assim??!! rss). Entramos!  Comi um gnocchi ótimo e o Ro um bom talharim! O preço: melhor ainda! Apenas 22 reais*!!! (*sem bebida).

Na volta para o hotel, paramos em algumas lojas interessantes e compramos na feirinha uma touca para cada, porque não estávamos mais aguentando nossas orelhas congelando!

No hotel tem tv com muitosss canais, e internet wireless free! Então, aproveitamos para mandar notícias para a família, aprender algumas palavras em espanhol no Google Tradutor, e ver alguns programas muito engraçados!

Palavras aprendidas hoje…
permiso: “com licensa”
gracias: obrigada
grifo: torneira
mui lindo: muito lindo (óhhh! rss)

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